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26 de janeiro de 2013

Resenha: As vantagens de ser invisível

Postado por Bruh C às 17:59 1 comentários
Nome: As vantagens de ser invisível
Autor: Stephen Chbosky
Editora: Rocco
Páginas: 223
Ao mesmo tempo engraçado e atordoante, o livro reúne as cartas de Charlie, um adolescente de quem pouco se sabe - a não ser pelo que ele conta ao amigo nessas correspondências -, que vive entre a apatia e o entusiasmo, tateando territórios inexplorados, encurralado entre o desejo de viver a própria vida e ao mesmo tempo fugir dela. As dificuldades do ambiente escolar, muitas vezes ameaçador, as descobertas dos primeiros encontros amorosos, os dramas familiares, as festas alucinantes e a eterna vontade de se sentir "infinito" ao lado dos amigos são temas que enchem de alegria e angústia a cabeça do protagonista em fase de amadurecimento. Stephen Chbosky capta com emoção esse vaivém dos sentidos e dos sentimentos e constrói uma narrativa vigorosa costurada pelas cartas de Charlie endereçadas a um amigo que não se sabe se real ou imaginário.Íntimas, hilariantes, às vezes devastadoras, as cartas mostram um jovem em confronto com a sua própria história presente e futura, ora como um personagem invisível à espreita por trás das cortinas, ora como o protagonista que tem que assumir seu papel no palco da vida. Um jovem que não se sabe quem é ou onde mora. Mas que poderia ser qualquer um, em qualquer lugar do mundo.
Esse não é um livro que me chamaria a atenção pela capa e quando li a sinopse não me fez querê-lo logo de cara. Acabei lendo As vantagens de ser invisível pelo filme. Quando li sobre o filme e que Emma Watson e Logan Lerman estariam nele eu me interessei. Na época eu não sabia que era inspirado em um livro.

Eu adorei o filme e acho que ele te faz pensar muito e foi ai que eu tive vontade de comprar o livro. Na verdade eu acabei ganhando de natal o que foi uma mão na roda.

A história se trata de Charlie um menino que vive afastado da vida social, não tem amigos e aparenta ser um pouco depressivo. Isso foi a primeira ideia que tive dele ao ler as primeiras páginas. Mas ele é mais do que isso. Ele começa o livro se correspondendo a um amigo, que ele não diz quem é e também não da muitos detalhes da sua vida.
"Só preciso saber que existe alguém que ouve e entende."
Não é um livro com a ação, não tem um romance como foco, mas tem uma lição. Por vezes enquanto lia tudo que Charlie escrevia eu me pegava refletindo. Não eram grandes filosofias, eram pequenos fatos. Charlie te passa uma sensação muito boa de como é ter amigos por perto e como é bom se sentir como se você pertencesse a algum lugar.

A escrita de Stephen é bem simples, por vezes simples até um pouco demais. Eu sei que a narrativa vem de cartas escritas por um garoto de 15 anos, mas faltaram alguns detalhes. Não compromete o enredo, mas deixa um pouco a desejar.

Você percebe que Charlie teve alguns problemas no passados, alguns são contados pelo próprio, como a morte de seu melhor amigo, mas outros, um em especial, só é revelado no final e bem sutilmente. De repente tudo começa a fazer sentido.

Patrick e Sam são dois loucos do último ano com quem Charlie acaba fazendo amizade, algo que realmente o ajudou e que rendeu a ele muitas primeiras vezes. Algumas não tao boas, como as drogas, mas outras que valiam a pena ser lembradas.
De qualquer forma, Patrick começou a acelerar o carro, e antes que chegássemos ao túnel  Sam se levantou e o vento transformou seu vestido em ondas no mar. [...] Sam se sentou e começou a rir. Patrick também riu. Eu comecei a rir.
E naquele momento eu seria capaz de jurar que eramos infinitos.
 Mesmo com uma narração que me decepcionou um pouco eu não posso falar que o livro não valha a pena, pois eu estaria mentindo. A verdade é que As vantagens de ser invisível tem muito a ensinar, sendo você invisível ou não.

Classificação: 4/5


18 de dezembro de 2012

Resenha - Cinquenta Tons de Liberdade

Postado por Bruh C às 15:10 2 comentários
Nome: Cinquenta Tons de Liberdade
Autora: E.L. James
Editora: Intrínseca
Páginas: 544
Quando a ingênua Anastasia Steele conheceu o jovem empresário Christian Grey, teve início um sensual caso de amor que mudou a vida dos dois irrevogavelmente. Chocada, intrigada e, por fim, repelida pelas estranhas exigências sexuais de Christian, Ana exige um comprometimento mais profundo. Determinado a não perdê-la, ele concorda. Agora, Ana e Christian têm tudo: amor, paixão, intimidade, riqueza e um mundo de possibilidades a sua frente. Mas Ana sabe que o relacionamento não será fácil, e a vida a dois reserva desafios que nenhum deles seria capaz de imaginar. Ana precisa se ajustar ao mundo de opulência de Grey sem sacrificar sua identidade. E ele precisa aprender a dominar seu impulso controlador e se livrar do que o atormentava no passado. Quando parece que a força dessa união vai vencer qualquer obstáculo, a malícia, o infortúnio e o destino conspiram para transformar os piores medos de Ana em realidade.
ATENÇÃO: ESTA RESENHA CONTÉM SPOILERS DOS OUTROS DOIS LIVROS DA SÉRIE. 

Me dói dizer que este é o meu livro menos favorito da série. Não me entendam mal, eu adorei e acho que é um ótimo livro, mas em vista dos volumes anteriores, este deixou um pouco a desejar. Talvez eu tenha criado expectativas demais para o final, que acabou sendo exatamente o oposto do que eu esperava da série.

A escrita da autora continua boa, como sempre, mas o enredo da história ficou maçante. São os mesmos medos, as mesmas brigas, as mesmas desculpas, até as cenas picantes são as mesmas. Não parecia ter alguma novidade no livro.

Apesar de ter a sensação de estar lendo o segundo volume novamente, ele acabou me prendendo a atenção. Quando você gosta de uma série é difícil você não terminá-la, você tem a esperança de que aconteça alguma coisa que vá melhorar a história.

Mas olhando sobre um contexto geral, a série foi muito bem encerrada, apesar de um final calmo, e das minhas expectativas por algumas lutas (quando você só le livros sobrenaturais você acaba esperando uma briga no final).

Não é um daqueles finais que todo mundo sai feliz e sem problema algum, pelo contrário. Cinquenta tons de liberdade encerra a trajetória de Christian e Anastasia com aquela sensação de que muito vai acontecer ainda, apesar de que talvez não iremos ler.

Este livro mostra muito o amadurecimento dos dois pombinhos. Em um dia peguei o primeiro livro da série para compará-lo com o último e senti um diferença no modo de pensar de Anastasia, ela era apenas uma garota inocente, recém formada na faculdade e termina a série como uma editora corajosa e respeitada.

Christian que começa como o megalomaníaco poderoso viciado em sexo termina como o megalomaníaco poderoso viciado em sexo, mas sem todos os traumas que carregava do passado... Bom, talvez não totalmente sem os traumas, mas com um crescimento enorme se comparado ao começo.

A autora ainda nos dá um presentinho no final: Dois capítulos sobre o ponto de vista de Christian Grey. Um é o primeiro Natal de Christian e o segundo sobre a primeira vez que ele viu Anastasia. Citando o Sr. Grey, adoro primeiras vezes.

O capítulo do Natal me fez sorrir do começo ao fim com o Christian pequeno e super fofo e a perspectiva da entrevista entre ele e Anastasia mostrou sua primeira impressão sobre a moça que viraria seu mundo de cabeça para baixo. Para mim, este dois capítulos valeram o livro inteiro!

Classificação: 4/5
P.S.: Eu vou ficar devendo as citações do livro, pois estou postando do meu trabalho, mas assim que der eu atualizo aqui.

29 de julho de 2012

Resenha

Postado por Bruh C às 17:58 3 comentários
Livro: Carne e o Sangue.
Autora: Mary Del Priore.

Dividido entre uma princesa pura, leal e sofredora e uma mulher independente, forte e fogosa, D. Pedro I viveu, paralelamente às convulsões que tornariam o Brasil independente de Portugal, uma vida pessoal igualmente complicada. Em A Carne e o Sangue, Mary Del Priore procura retratar o triângulo amoroso que escandalizou a então insipiente sociedade brasileira com sua prosa em ritmo de romance, incluindo trechos de cartas da Imperatriz e do Imperador.


É um dos trinta livros escrito pela historiadora sobre historia do Brasil.


Amparada por fontes primarias e vasta bibliografia, a autora descreve o triangulo amoroso que se desenvolve no primeiro reinado, tendo a Imperatriz D. Leopoldina, D. Pedro e Domitila, Marquesa de Santos, a mais célebre amante do imperador,como protagonistas.


Após ler o livro e pesquisar sobre o assunto, observei que nem tudo que aprendemos sobre historia do Brasil é verdade, e tomei certa aversão por D. Pedro, por sujeitar, com seus diversos casos extraconjugais, a humilhações a imperatriz, mostrando um imperador mesquinho e frio, que não demonstra consideração para com esposa, tendo esta apensa a obrigação de cuidar da família e de ter filhos.


Os longos anos de casamento, nove para ser mais exato, e o freqüente descaso do marido, levam Leopoldina a se torna triste e melancólica, que aceita todas as situações sem protestar.


Para os leitores que tem certo interesse pela historia do país, é um ótimo livro, onde se pode obter melhor conhecimento sobre o processo de independência e todos outros fatos que ocorreram até as vésperas da abdicação.


O difícil é saber que Leopoldina não foi feliz, que sofreu em anos de matrimonio sem ajuda de ninguém, e que morreu aos 29 sem conhecer o amor do marido.


7 de maio de 2012

Resenha: A Vidente

Postado por Bruh C às 10:52 5 comentários
Nome: A Vidente
Autora: Hannah Howell
Editora: Leya Brasil
Páginas: 224

A Vidente é um romance que conta  a história de Chloe Wherlocke que após ter uma visão tem que salvar um bebê que é abandonado pela mãe, sem o conhecimento do pai, nos braços de sua irmã, Laurel, que estava morrendo. Os anos passam e Chloe continua cuidando do pequeno menino, Anthony, até o dia que ele poderia voltar para os braços do pai. E quando esse encontro acontece mais do que um simples sentimento de gratidão toma conta de Julian Kenwood. A partir dai o romance começa a aparecer cercado de traições, assassinatos e mistérios.

Mais uma vez o Submarino me induziu a quebrar o porquinho com uma de suas promoções alucinantes. E como muita gente sabe, foi uma compra impulsiva, não conhecia muito A Vidente, mas acabei o comprando assim mesmo. Tive medo de me decepcionar depois de ler algumas resenhas negativas, mas li para ter minha própria opnião.

E como eu amo me surpreender com um livro!!

A narrativa é mais rebuscada do que livros de YA ao qual estou acostumada, mas nada que precise de um dicionário ao seu lado. A escrita é definitivamente mais adulta e se encaixa com o cenário da Inglaterra georgiana.

O começo da história é um tanto lento, mas toma um ritmo agradável depois da página 50 mais ou menos, quando você passa a descobrir todas as facetas da história.

Passei muita raiva com Beatrice e Arthur, os dois traidores que queriam roubar o título de conde de Julian. E só para registro Beatrice era esposa de Julian e Arthur seu tio e os dois ainda eram amantes, mas Beatrice abria as pernas para todo mundo como foi muito ressaltado no livro.

Julian acabou me conquistando aos pouco. Ele acaba descobrindo todas as traições de Beatrice e Arthur e acaba afundando em bebidas e prostituição, mas se recompõe depois de um ano vivendo assim e passa a tentar desmascarar a dupla. Nesse meio tempo ele conhece seu filho, Anthony e Chloe, com quem se envolve em um romance muitas vezes de tirar o fôlego.
Chloe riu. Ficou um pouco surpresa quando percebeu que ele observava a risada com um sorriso nos lábio.
- Por acaso tem algum resto de comida nos meus dentes?
- Não, meu amor. Simplesmente gosto de ouvir sua risada.
A Vidente, página 203
Hannah Howell descreve os contatos físicos com maestria, não os deixando cair na vulgaridade. 

Mas o que mais gostei na história foi sem dúvida e personalidade singular de cada personagem e as várias tiradas cômicas que deixavam a leitura mais leve, como ver um lado não-educado da realeza nas inúmeras vezes que a condessa, mãe de Julian, assustava a todos soltando um palavrão.

O final, apesar de ser uma cena tensa, não me deixou com o coração a mil. Diria que faltou a descrição mais acentuada dos sentimentos dos personagens envolvidos na cena, mas fora isso é um final digno e totalmente satisfatório.

Livro recomendado e que venha A Sensitiva.

Classificação: 4/5

17 de abril de 2012

Resenha: Lua Escarlate

Postado por Bruh C às 09:17 5 comentários
Nome: Lua Escarlate - Água/Vinho
Autora: Catalina Terrassa
Editora: Clube dos Autores
Páginas: 254
Lua Escarlate é uma série de três livros, que contam a história da Família Saint-Claire (Uma família de ex-vampiros), que foge da Grécia e se muda para a cidade de St. Helens, no estado do Oregon. Os Saint-Claire desejam um novo recomeço, mas eles sempre são perseguidos pelo seu passado, que está à espreita pronto para atacá-los. Grace Saint-Claire e sua família acabam de se mudar para uma nova casa, na esperança de esquecer o passado. Ela, junto com sua família devem se adaptar a uma nova vida, ou melhor,“tratamento”, que devolveu a eles a possibilidade de envelhecer. Mas existe um problema: antes de abandonarem seu antigo lar, os Saint-Claire desobedeceram a lei, pois eles se tornaram a água. E a água jamais deve saber da existência do vinho. 
Lua Escarlate foi o primeiro livro de promoção que eu ganhei. Entrei na promoção pelo simples fato de entrar, porque nunca tinha ouvido falar sobre o livro, e como sou muito pé frio, achei que não ganharia. Mas eu fiquei super feliz quando a Catalina me mandou um recado no skoob dizendo que eu era uma das ganhadoras. Naquele exato momento eu fui procurar saber mais sobre o livro.

Ele é uma história de vampiro ao contrário como podemos ver na sinopse e foi lançado de maneira independente. A autora está a 3 anos divulgando seu trabalho. (Catalina, me corrija se eu estiver errada.)

A narrativa da história é simples, mas com boas descrições, bem sugestivas e bem fluída. A história foi o que mais me chamou a atenção. É realista. Sim, eu sei que é uma história de vampiros, MAS as situações do cotidiano descritas no livro não são coisas do outro mundo. E isso me fez me aproximar mais da história. Principalmente em relação ao Lucas e a Lilly (irmãos da Grace) que viviam brigando, me lembrou eu e meu irmão mas ignora. E o livro tem um toque de comédia que me fez rir muito.

A Grace é um tanto paranoica e vivia reclamando de tudo o que me deixava um pouco irritada com ela. Especialmente quando o Paul (seu vizinho) a chamava para sair e ela o dispensava.

O Paul é realista, parece o tipo de cara que você pode achar na rua, e não um daqueles lindos heróis/anjos/qualquer coisa que nos faz babar. kkkkk.Toca piano, é persistente e como ele gosta de deixar claro na história: Nem um pouco santo.
"Grace! Pelo amor de Deus! Casa com esse cara!" - Lucas
O Lucas, irmão do meio, adora irritar qualquer pessoa. Eu até me identifiquei bastante com ele. Não que eu goste de irritar meus amigos, né Reegi e Cris =D
"Paul, se você me deixar namorar a sua irmã, você pode ficar com a Grace. Ai seriamos cunhados em dobro." - Lucas
O livro basicamente fala da família Saint-Claire se acostumando novamente a serem humanos. Isso só é possível por causa de um tratamento que um amigo da família desenvolveu. E por eles terem aceitado essa mudança, eles tem que ir embora da Grécia para fugir da família de Charlotte, já que eles infringiram a lei.

Uma coisa que me deixou um pouco confusa no começo, mas se encaixou perfeitamente na história é o fato de Catalina não falar vampiros e seres humanos, elas o chamam de vinho e água. Achei bem inteligente e um diferencial para o livro.

O romance entre Grace e Paul acontece AMÉM. A autora poderia ter se aprofundado mais no sentimento de Grace que se dizia incapaz de amar alguém. Mas nada que desmereça o livro.
- Grace! [...] Posso te pedir uma coisa?
- Claro! O que é?
- Eu quero te beijar de novo
- Da última vez você não pediu. [...] Por que está sendo tão educado?
- Porque eu quero ouvir você dizendo sim!
O final me deixou apreensiva. Eu não sabia se eu chorava, se eu entrava no livro e arrancava a cabeça da Charlotte. Mas o que importa que foi um final digno do livro e deixou algumas pontas para o próximo que eu já quero ler.

E para terminar eu tenho uma pergunta para a Catalina: Você tem certeza que não se baseou na minha doida família para criar os Saint-Claire?? kkkkk.

Classificação: 4/5







P.S.: Há algumas menções sutis aos livros da Saga Crepúsculos. Muitas fãs podem não gostar, mas não há nada demais. É um ponto de vista até engraçado de ver. Como o fato de Grace odiar os livros. kkkkk.

4 de março de 2012

Resenha: Para Sempre

Postado por Bruh C às 14:53 1 comentários
Nome: Para Sempre - Os Imortais #1
Autora: Alyson Noël
Editora: Intrínseca
Páginas: 304

Ever Bloom tinha uma vida perfeita: era uma garota popular, acabara de se tornar líder de torcida do principal time da escola e morava numa casa maravilhosa, com o pai, a mãe, uma irmãzinha e a cadela Buttercup. Nada no mundo parecia capaz de interferir em sua felicidade, o céu era o limite! Até que um desastre de automóvel transformou tudo em um pesadelo angustiante. Ever perdeu toda a sua família. Mudou de cidade, de escola, de amigos, e agora, além de todas essas transformações em sua vida, ela precisa aprender a conviver com uma realidade insuportável: após o acidente, ela adquiriu dons especiais. Ever enxerga a aura das outras pessoas, pode ouvir seus pensamentos e, com um simples toque, é capaz de conhecer a vida inteira de alguém. É insuportável. Ela foge do contato humano, esconde-se sob um capuz e não tira dos ouvidos os fones do i-pod, cujo som alto encobre o som das mentes a seu redor. Até que surge Damen. Tudo parece cessar quando ele se aproxima. Só ele consegue calar as vozes que a perturbam tão intensamente. Ever não entende o porquê disso, mas é incapaz de resistir à paz que ele lhe proporciona, à sensação de, novamente, ser uma pessoa normal. Ela não faz ideia de quem ou o quê Damen realmente é. Sua única certeza é estar cada vez mais envolvida... e apaixonada.

Nada de vampiro, nada de anjos, mas a obra em questão não deixa de ser uma mistura de Diários do Vampiro e A Mediadora. A autora Alyson Noël, nega ter se baseado em qualquer uma desas séries, mas é evidente a semelhança. 


Há a mocinha protagonista (Ever), um mocinho exageradamente irresistível (Damen), - um trocadilho com o nome Damon da série Diários do Vampiro -, e uma paixão incontestável. 


Um livro bom, dentre a série diria que é o segundo melhor, perdendo apenas para Infinito, porque aquele livro realmente é o melhor). Minha nota é 8: explicando minha nota, pela exagera semelhança com livros existentes.


Mas aqui para nós, entre vampiros, imortais e anjos, fico com o Stefan Salvatore. 


Classificação: 4/5

27 de fevereiro de 2012

Resenha: Fallen

Postado por Bruh C às 10:08 4 comentários
Nome: Fallen
Autora: Lauren Kate
Editora: Galera
Páginas: 406

Fallen é o primeiro livro da série escrita por Lauren Kate que conta a história de Luce Price, uma garota que depois de um acidente com sua paixonite (Trevor) é obrigada a mudar de escola. A idéia de uma nova escola talvez não fosse tão pavorosa se essa não fosse um reformatório.

Na Sword & Cross, em seu primeiro dia de aula, Luce se depara com Daniel, o qual jura já ter visto em outro lugar, mas o garoto é totalmente rude com ela, tendo por inúmeras vezes deixado bem claro que a quer longe.

Mas assim como ela, Daniel tem um segredo que prefere deixar esquecido, pois esse segredo pode matá-la. Mas Luce junto com Penn, sua amiga, tentam a todo custo descobrir esse segredo e quando a verdade é revelada Luce vê seu mundo ficando de ponta cabeça.

A primeira vez que eu ouvi falar de Fallen a coisa que mais me chamou a atenção foi a capa, que é sombriamente linda e o trecho do livro que vem na capa de trás me deixou curiosa. Fui procurar umas resenhas e fiquei decepcionada em saber que pouquíssimas pessoas haviam gostado da história e isso tirou a expectativa e a vontade de ler o livro.

Até que um dia eu o encontrei em perfeitas condições em um sebo, no começo eu fiquei com receio de comprar e não gostar, mas o preço me induziu a levá-lo. E ainda bem que eu levei.

A narrativa de Lauren é simples e muito bem detalhada, fazendo com que Sword & Cross fosse imaginada por mim muito facilmente.

Ariane, a primeira pessoa a fazer contato com Luce no reformatório, conseguiu o posto como minha personagem favorita com seu jeito louco e sarcático, já Luce é a típica garota adolescente confusa que é atormentada praticamente o livro inteiro pelo motivo de ter ido para o reformatório, que apesar de eu não contar aqui é exposto logo no começo do livro.

Luce faz amizade também com Penn, adoro ela. Penn é tão... normal no meio de todos os psicopatas e bad boys do reformatório que até a gente que está lendo sente um certo alivio e é Penn que a ajuda Luce com suas inúmeras pesquisas sobre uma certa pessoa.

Mas Fallen não seria um romance sem um triângulo amoroso entre Luce, Daniel e Cam.

Eu admito que várias vezes no livro eu torci para Luce ficar com Cam, pelo fato de ele ser irresistível e um cavalheiro e também porque o Daniel estava sendo um tremendo babaca. Só que com o passar das páginas e quando comecei a conhecer Daniel eu acabei entendendo as ações dele. O que me fez começar a torcer por ele.

Gostei do jeito como a autora desenvolveu o romance dos dois, não é rápido demais, mas também não é aquela lentidão insuportável. E ela consegue esconder a verdadeira intenção de alguns personagens até o final, o que muitas vezes é difícil. Eu, na maioria das vezes, sei quem é o "vilão" da história, mas Lauren me surpreendeu.

Porém, apesar de um ótimo desenvolvimento o livro todo, algo faltou no final. Entendo que em uma série de livro você deve deixar algumas pontas soltas por causa da continuação, mas Fallen merecia mais algumas perguntas respondidas no final.

Mas não desistam de ler essa série por medo do final, por que os próximos dois livros (Tormenta e Paixão ) colocam pontos finais em muitas questões. Eu já li os dois e logo estarei fazendo a resenha e postando aqui.
Se você leu Fallen e não gostou do livro, de uma segunda chance, vale a pena.

Classificação: 4/5